sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Data: 18 de fevereiro de 2013 09:02
Assunto: MCCE - COMEÇAM AS ARTICULAÇÕES PARA A REFORMA POLÍTICA POR INICIATIVA POPULAR
Para: 


COMEÇAM AS ARTICULAÇÕES PARA A REFORMA
POLÍTICA POR INICIATIVA POPULAR


"Brasília, 15 de fevereiro de 2013". Este dia ficará na história do Brasil. Naquela sexta-feira, a reunião mensal do Comitê Nacional do MCCE, que se realizou na sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB), reuniu dezenas de entidades da Rede MCCE e representantes de comitês do Movimento para as primeiras movimentações do ano sobre a Reforma Política
por coleta de assinaturas.

O MCCE, mesma rede social que coletou mais de 1,6 milhão de assinaturas por todo o país pela Lei da Ficha Limpa, assina novamente um projeto de iniciativa popular com a CNBB, a OAB e outras importantes entidades nacionais.

O encontro contou com a participação do presidente da OAB, Marcus Vinícius, dos diretores do MCCE, Jovita Rosa e Márlon Reis, de Pe. Geraldo - assessor político da CNBB, de Cezar Britto - ex presidente e membro honorário vitalício do Conselho Federal da OAB, dentre outros.

Para o presidente da Ordem, "a discussão de mais uma participação popular trás o comprometimento com a causa". Disse ainda que a OAB cumpre sua missão social de ser porta-voz da sociedade civil brasileira em prol desta bandeira republicana que é melhorar a democracia, ampliando os espaços da cidadania de participação na vida política do Brasil.

Márlon disse que 2013 é o ano da Reforma Política e que o "Time" é agora. Expressou que toda a rede MCCE juntamente com os mais de 330 comitês espalhados pelo país, e outros que ainda vão surgir, estão sendo contactados para juntos fortalecerem o Projeto. Lembrou que entidades da rede já têm agendados para este ano, seminários e fóruns sobre o assunto e que os relatórios produzidos serã encaminhados ao Movimento para análise e aproveitamentos.

Para Cezar Britto, o tema Reforma Política "entra em discussão quando há crise no parlamento e sai quando a crise se vai". Ressaltou, juntamente com vários dos presentes, que o Financiamento Público de Campanha deverá ser a palavra chave do projeto.

Jovita aproveitou a oportunidade para apliar ainda mais a força do MCCE e convidou duas novas entidades para compor a rede: o Instituto Atuação (Curitiba/PR), representado por Ramon Bentivenha e a ANTC - Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil, representada por Luciene Pereira.

Após mais de duas horas de sugestões e debates sobre o tema e sobre a vitoriosa experiência com a Ficha Limpa, Márlon Reis, finalizou o debate sugerindo a composição de uma comissão de relatores para o projeto. A sugestão que foi aclamada por unanimidade já tem reunião para o dia 19/02, terça-feira.


Ascom_MCCE
Foto: Sandro_Meireles|ASCOM_MCCE
Fonte: www.mcce.org.br/vnoticias.php?acao=vinoticias&id_noticias=869



Atenciosamente,

-- 
SANDRO MEIRELES
Assessoria de Comunicação - Comitê Nacional
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE
 (61) 2193-9646
www.mcce.org.br

MCCE - 11 ANOS (2002-2013)
Voto não tem preço, tem consequências.




 



Movimento de Combate a Corrupção Paulinia 
13:52 (36 minutos atrás)
para ussolineguedes, hermes.coelho, benira, gus, jmelo, tribuna, acacio, dantas.diego, afreirejunior, elisangela.nas., maria.eugenia, marcell.branco, leonidas, correia, filho, opec, aloredacao, politica, pauloaugusto, dduque, casacivil, carlos.carboni, gabinetecasaci., tassiana.carva., redacao
 
Zé Dirceu e Contra a Lei da Ficha Limpa 
palavras absurdas do Ex Ministro.

Ze Diceu numa infeliz entrevista no oglobo diz que a LEI DA FICHA LIMPA É COMPLETAMENTE ABSURDA. 

O Juiz eleitoral Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), rebateu nesta sexta-feira as declarações do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Reis disse que O José Dirceu está desqualificado para fazer uma análise mais correta desta lei, já que ele está condenado pelo Supremo Tribunal Federal e enquadrado nela

Segundo Marlon, esse episódio com Dirceu mostra como a lei tem o impacto real na política brasileira:
- Ele mesmo foi afetado pela lei e não tem qualificação para analisá-la porque ele sofre o impacto dela. Acertamos e cada vez nos convencemos mais disso. O que ele diz são palavras marcadas pela parcialidade inerente aos que são submetidos à aplicação da lei.
http://oglobo.globo.com/pais/dirceu-esta-desqualificado-para-fazer-analise-da-lei-da-ficha-limpa-7644851


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Encontro na OAB dá largada para projeto popular de reforma política

Encontro na OAB dá largada para projeto popular de reforma política

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013 às 16h18
Brasília – Um encontro que reuniu 35 dirigentes de diversas entidades da sociedade civil, conduzido pelo presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado, deu hoje o pontapé inicial para o lançamento em todo o País de uma campanha para apresentar projeto de lei de iniciativa popular propondo uma reforma política à Nação, com foco na proibição do financiamento de campanhas eleitorais por empresas (pessoas jurídicas).  Para os participantes do encontro, é necessário a criação de formas democráticas de financiamento de campanhas que eliminem a participação empresarial, fato que acaba gerando corrupção e desvirtuando a vontade do eleitor.
“A Ordem, que é uma entidade dos advogados mas também do Brasil, tem uma função cidadã de contribuir para a melhoria dos costumes políticos em nosso País, e tenho certeza de que com essa arrancada vamos conquistar eleições limpas, sobretudo com a instituição do financiamento democrático de campanhas, sem as doações de empresas”, afirmou Marcus Vinicius sobre o engajamento da entidade na campanha.
O evento, realizado na sede do Conselho Federal da OAB, durou cerca de três horas e foi coordenado pelo juiz Marlon Jacinto Reis, reunindo entre os participantes entidades destacadas nos movimentos sociais - como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) e a Avaaz, entre outras. Dele participou também o membro honorário vitalício (MHV) do Conselho Federal da OAB, Cezar Britto.
Durante a reunião, além de ser constituída uma comissão de relatores do projeto de iniciativa popular, foram debatidas metodologias de trabalho e formas para estimular a participação popular na discussão da reforma – inclusive com sugestões  ao projeto – e para  a coleta de cerca de 1,5 milhão de assinaturas, necessárias à apresentação da reforma ao Congresso Nacional.
Os próximos passos do movimento serão a realização de um seminário para debater os principais pontos do projeto, a  redação final da proposta e o lançamento da campanha de campo para coleta das assinaturas, por meios físicos e pela internet. A expectativa dos participantes do encontro é de que a campanha pela reforma eleitoral reedite o sucesso que foi a campanha pela proposta de iniciativa popular que resultou na Lei Complementar nº 135 – a chamada Lei da Ficha Limpa, que recolheu cerca de 2 milhões de assinaturas pelo País.
A seguir, alguns depoimentos de dirigentes de entidades e participantes do encontro que iniciou nesta sexta-feira (15) o movimento pela proposta de iniciativa popular da reforma política:
Marcus Vinicius Furtado, presidente nacional da OAB: “A força da Ordem advém do apoio que ela sempre obteve da sociedade civil brasileira. A OAB possui duas missões fundamentais. A primeira é a defesa das prerrogativas do advogado, com aquela ideia de que isso é importante e essencial para a defesa do cidadão. A segunda é protagonizar grandes causas da República, pela melhoria dos costumes políticos, dos costumes sociais, pela melhoria da sociedade brasileira. A Ordem é dos advogados, mas é também do Brasil. Cumprindo essa missão, ela deve se aproximar, como fez no dia de hoje, dos movimentos sociais, se aproximar do que pensa a sociedade brasileira. Assim, no exato momento em que ela relembra a grande vitória que foi a Lei da Ficha Limpa, ela reedita esse movimento para que tenhamos no Brasil eleições limpas, o que significa dizer que não podemos conviver com o financiamento de campanhas por empresas. Nós temos que possibilitar a existência do financiamento democrático das campanhas eleitorais, para que as pessoas de bem do nosso país possam participar da atividade política sem a necessidade de se envolver com o financiamento por empresas privadas. Isso, sem dúvida alguma, será uma ação que irá combater as causas dos problemas políticos do nosso país, porque combater apenas as consequências tem se demonstrado não suficiente. Portanto, a OAB cumpre essa sua missão social de ser porta-voz da sociedade civil brasileira em prol desta bandeira republicana que é melhorar a democracia, ampliando os espaços da cidadania de participação na vida política do Brasil.
Cezar Britto, membro honorário vitalício do Conselho Federal da OAB: Essa reunião retoma a trilha da OAB e do MCCE, de dizer que a reforma política é a mãe de todas as reformas e que a eleição tem que refletir, de fato, o que pensa o eleitor. Já fizemos essas campanhas por etapas. A primeira foi a campanha de que voto não tem preço, tem consequência. Nessa etapa, fizemos um importante movimento de combate à compra de votos. A segunda foi a campanha em prol da Lei da Ficha Limpa, de que não se pode ser candidatos com ficha corrida de irregularidades. Agora investimos com toda a nossa força na campanha para afirmar que quem deve financiar a campanha de nossos representantes é, exclusivamente, o povo, uma vez que esses representantes são a razão de ser da democracia. Vamos discutir agora a proibição do financiamento privado de campanhas. As entidades que aqui se reuniram há muito tempo vem debatendo a reforma política. Muitas delas e a OAB já apresentaram projetos de reforma política ao governo, mas nada tem funcionado. Mas por que? Porque estamos discutindo o futuro da política e parte da nossa classe política pensa mais nas próximas eleições do que nas próximas gerações. Daí a dificuldade de se fazer uma reforma política ampla e verdadeira. Aqui nessa Comissão vários temas serão debatidos, não apenas o financiamento das campanhas, para termos uma boa reforma política. Vamos colher a opinião da sociedade e da advocacia e eleger os nossos temas de maior importância para, a partir daí, partirmos para uma nova campanha de iniciativa popular.
Marlon Reis, juiz e diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral: “A OAB acaba de ser, mais uma vez, palco de um momento marcante da história do país. A sociedade civil aqui presente, representada por dezenas de organizações, acaba de definir que estará junta para lutar pela reforma do sistema político. Não tenho dúvida de que esse movimento será capaz de atrair a atenção e o apoio de toda a sociedade brasileira, que está unanimemente inconformada com os rumos que tomaram as eleições. As eleições estão mercantilizadas, as eleições estão caríssimas. Há uma preponderância do abuso de poder econômico e isso precisa mudar. Hoje nós demos o primeiro passo no sentido da união da sociedade brasileira para que essa mudança aconteça”.
Aldo Arantes, do Instituto Nacional de Pesquisa e Defesa do Meio Ambiente e ex-deputado federal: “Nós estamos convictos que, em relação ao financiamento de campanha, a criação de mecanismos que permitam a expressão da vontade do povo, e não de interesses privados, é uma questão decisiva para o avanço da democracia. Essa reunião tem um significado, o movimento tem um significado e essa comissão tem uma importância muito grande. Não tenho dúvida de que, com isso, a OAB retoma a tradição de luta democrática que é cara a essa entidade. Ao tomar a frente dessa luta pela Reforma Política, a OAB retoma um patamar elevado na sua contribuição para o aprofundamento da democracia no Brasil”.
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

PROCURADORIA GERAL PEDE AFASTAMEENTO DE CONSELHEIRO DO TCE POR IMPROBIDADE

Em 16 de outubro de 2011 18:46, Lizete Verillo <lizeteverillo@amarribo.org.br> escreveu:
Procuradoria-Geral pede afastamento de conselheiro do TCE por improbidade
FAUSTO MACEDO - O Estado de S.Paulo
14 de outubro de 2011 | 3h 03
O Ministério Público Estadual requereu à Justiça o afastamento liminar de Eduardo Bittencourt Carvalho do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A medida é inédita na história secular da corte de contas, a maior do País, com atribuição para fiscalizar todos os contratos de 644 municípios paulistas e da administração direta e indireta do Estado.
Em ação civil distribuída à 1.ª Vara da Fazenda Pública da Capital, a Procuradoria-Geral de Justiça pede ainda indisponibilidade de todos os bens de Bittencourt - imóveis, cotas de sociedades empresariais, ativos financeiros, fundos de investimento, bônus, ações, títulos, joias, quadros e obras de arte, automóveis e fazendas localizados no Brasil e no exterior.
A Procuradoria não se manifestou ao Estado sobre a ação e advertiu sobre o sigilo dos autos. A investigação revela que o conselheiro, com vencimentos mensais de R$ 30,7 mil no TCE, amealhou entre 1995 e 2009 a soma de R$ 50 milhões - valor injetado em uma de suas propriedades, a Fazenda Firme/Anhumas/Leque, em Mato Grosso, controlada pela Agropecuária e Participações Pedra do Sol Ltda.
O Ministério Público suspeita que esses recursos tiveram origem na corrupção. Bittencourt foi deputado e assumiu o cargo em 1990, por indicação do então governador Orestes Quércia (1987-1990). Após 3 anos de apuração, a procuradoria imputa a ele atos de improbidade, enriquecimento ilícito, ocultação de valores e lavagem de dinheiro.
A procuradoria dá à causa o valor de R$ 750 milhões e pede a condenação de Bittencourt à perda da função "mediante dissolução do vínculo com o TCE, cassando-se, consequentemente, eventual aposentadoria que lhe venha a ser concedida", além da perda dos valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, suspensão dos direitos políticos por até 10 anos e pagamento de multa de até 100 vezes o valor de seu contracheque.
A fortuna atribuída ao conselheiro circulou por contas sediadas em Miami e em Nova York, em nome de duas offshores, a Justinian Investment Holdings e a Trident Trust Company, sediadas nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe.
A ação diz que a evolução patrimonial de Bittencourt é "gritante". A renda nominal do conselheiro, de origem comprovada naquele período foi de R$ 5,97 milhões. O rastreamento bancário indica créditos de outras fontes desconhecidas que alcançam a cifra de R$ 7,21 milhões.
30 vezes. Relatório de inteligência financeira mostra que em ao menos dois meses o valor de créditos de origem desconhecida supera em "mais de 30 vezes" o valor dos rendimentos declarados e comprovados.
O Ministério Público requereu, também, bloqueio patrimonial da ex-mulher do conselheiro, Aparecida, da namorada dele, Jackeline Paula Soares, e de duas empresas por ele administradas, a Pedra do Sol e a Justinian.
A ação destaca que a partir de 1994 Bittencourt "liderou esquema de ocultação e dissimulação da origem, localização, movimentação, disposição e propriedade de bens, direitos e valores obtidos por meios ilícitos, processo vulgarmente conhecido como lavagem de dinheiro, valendo-se, para isso, do manto de interpostas pessoas físicas e jurídicas por ele controladas ou a ele relacionadas".
O esquema envolveu três fases: ocultação, dissimulação e repatriação de valores para reintegração patrimonial. A Justinian foi o eixo central da trama. Em agosto de 1995, Bittencourt adquiriu as cotas da offshore caribenha e abriu contas bancárias em nome dela no Lloyds Bank de Nova York e Miami. Ele se identificou como "fazendeiro".
Para evitar a identificação de seu nome no fluxo ilegal de recursos, o conselheiro abriu duas contas sob titularidade de "Mezzanote" e outras duas em nome da Justinian. Nessas contas depositou "investimentos pessoais à margem do sistema financeiro e das leis brasileiras".
Ministro. Segundo a ação, para evitar que seu nome fosse relacionado a negócios celebrados no Brasil pela offshore, ele nomeou como procurador o advogado Eros Grau, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, "com amplos poderes para abrir e fechar contas e movimentar valores". Eros não é acusado.
Para movimentar os ativos da offshore, Bittencourt constituiu a Trident Trust, que abrigava cinco contas assim denominadas: General Star, Venus, Jazz, Azteca e Kiesser. Pelas contas da Justinian circularam US$ 9,73 milhões de abril de 1997 a fevereiro de 2005. Há indícios de que tais capitais possam estar custodiados em contas no Reino Unido (Tortola), na Suíça e no Uruguai. Nenhum desses bens foi declarado por Bittencourt.
Na segunda fase da lavagem - dissimulação de valores e bens -, o dinheiro da Justinian migrou para contas de terceiros, por meio de transferências para outras offshores, Conquest Limited e Tropical Worldwide, também sediadas nas Ilhas Virgens Britânicas e controladas por brasileiros, "de relações pessoais com Bittencourt", com cotas administradas por doleiros de São Paulo. Segundo a ação, para repatriar o dinheiro ilícito, o conselheiro integrou os valores ao patrimônio da Pedra do Sol.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quem serão os novos secretários dos nossos municípios????

De: Evandro Gevaerd <evandrogevaerd@uol.com.br>
Data: 21 de outubro de 2012 10:56
Assunto: Quem serão os novos secretários dos nossos municípios????
 
Em Brusque elaboramos um ofício ao Prefeito Eleito (reeleito) parabenizando-o e solicitando que ele nos envie o "curriculum vitae" de todos os futuros secretários e demais cargos estratégicos da Prefeitura assim que esses nomes forem definidos (formação acadêmica e experiência profissional). Já discutimos o tema no encontro Nacional em Curitiba. Esperamos que as novas administrações não leve em consideração apenas a amizade, confiança ou indicação partidária, mas sobretudo o passado ético e a formação e experiência profissional de cada gestor a ser indicado pelos nossos novos prefeitos.
Cobrar dos gestores públicos qualificação profissional e passado ético dos novos secretários é dever da população, que paga os tributos. Isso é exercer a cidadania, e se formos omissos não poderemos reclamar...  seremos cúmplices...
É uma idéia que estou socializando e que foi inspirada no relatório dos Vereadores Eleitos elaborado pelo Observatório Social de Foz do Iguaçu, que recebemos semana passada e que também já estamos elaborando em Brusque.
Quando recebermos as informações supra mencionadas, faremos a sistematização das mesmas e divulgaremos à comunidade, e se for o caso, questionaremos. Se algum outro Observatório da Rede quiser cópia do nosso ofício para modelo é só pedir (o ofício está pronto e encaminharemos ao longo desta semana ao prefeito).
Segue anexo manefesto à população de Brusque sobre Educação fiscal do nosso Observatório Social que entregamos no feirão do imposto realizado ontem em nossa cidade. Usamos vocabulário simples e claro, penso que pode ser útil.
Ahhh  aproveitem para visitar a nossa página...  tem matérias muito legais que interessam a todos: www.osbrusque.com.br
 
Diretor Executivo do Observatório Social de Brusque

BALANÇO DO DISQUE DENUNCIA ULTIMAS ELEIÇÕES


Prezados, boa noite
 
 
Como requerido, foi agendada reunião com o Dr. Márcio Fernando Elias Rosa, Exmo, Sr. Procurador-Geral de Justiça,  para o próximo dia 21 de fevereiro (quinta-feira) às 10h30min, para balanço do Disque Denúncia.
Contamos com a presença de todos.
Atenciosamente.
 
Subprocuradoria-Geral de Justiça Institucional
Assessoria Eleitoral

“Comitê do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, MCCE, no Grande ABC”– MCCE/ABC


 
“Comitê do  Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, MCCE, no Grande ABC”– MCCE/ABC
 
Na tarde do dia 04 de fevereiro,  em reunião do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, Estadual  São Paulo, na sede do Movimento do Ministério Público Democrático, Rua Riachuelo 217, 5º andar, centro de São Paulo; na presença dos membros  do MCCE/SP Caci Amaral, Lucrécia Gomes, Silvia Cosac, Luciano Santos, Donato Grillo, Olívia da Silvia  Telles, Antonio Visconti  e demais  participantes , Elísio Peixoto, presidente da Associação dos Amigos de São Caetano do Sul, ASASCS, se propôs a iniciar as ações necessárias para a formação de um Comitê MCCE na região, com o objetivo de desenvolver as atividades do MCCE nas sete cidades do Grande ABC Paulista (Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Mauá), disseminar as atividades de forma regional e agregar entidades e lideranças sociais interessadas em promover e executar ações propostas pelo MCCE e outras necessárias  para o aperfeiçoamento da nossa democracia.
 
Com apoio e colaboração do Juiz Márlon Reis, do MCCE nacional  e um dos idealizadores da Lei Ficha Limpa, Elísio Peixoto terá o desafio de propagar,  nas 7 cidades que compõem o Grande ABC paulista, a nova etapa do MCCE, que é a coleta de assinaturas em apoio à  Iniciativa Popular para a reforma do Sistema Político.
 
Ao lado desta luta, haverá também a coleta de assinaturas para mais um  projeto de lei, o M2M, isto é, Máximo 2 Mandatos,  a ser desencadeada pelo MCCE Estadual SP.
 
"O Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral foi capaz de mobilizar milhões  de brasileiros para apresentar ao Congresso Nacional um grande anseio social, traduzido pela criação da Lei Ficha Limpa, impedindo que políticos condenados por órgãos colegiados disputem  cargos eletivos.
 
Anteriormente, em 1999, o MCCE  conseguiu, também através da coleta de  1.100.000 assinaturas,  a aprovação da lei 9840, contra a compra de votos e o  uso indevido da máquina administrativa.  Daí nasceram os Comitês 9840, hoje MCCE.
 
Agora, o novo embate será pela coleta de assinaturas em apoio   à  Iniciativa Popular para a reforma do Sistema Político  e o M2M " , afirmou Elísio Peixoto.
 
Para ter acesso à integra da Proposta de Iniciativa Popular para Reforma do Sistema Político, acesse a plataforma através do site www.reformapolitica.org.br ou www.mcce.org.br
(A.I.) Elísio Peixoto”

 

 

 

Batra recebe nova associação de Piratininga

17/01/2013

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A organização não governamental (ONG) Bauru Transparente (Batra) recebeu na noite da última segunda-feira, 14, a visita de voluntários da Associação Transparência e Justiça de Piratininga. O grupo recém-formado na cidade vizinha pretende, em breve, apresentar documentações para se oficializar como ONG.
O encontro ocorreu através do contato da associação com a Batra, pois os piratininganos queriam conhecer mais a fundo o trabalho da Bauru Transparente e as experiências pelas quais a ONG já passou. Segundo o presidente da associação, José Luiz Theodoro Negreiros, o grupo foi formado antes das eleições do ano passado com o intuito de debater sobre a política municipal. “Insatisfeitos com a antiga administração, nos manifestamos e conseguimos reverter o quadro político. Contudo, depois que o ex-prefeito (Odail Falqueiro) perdeu a eleição, a cidade virou um caos. Então decidimos intervir a começamos a fazer nosso trabalho de fiscalização e acompanhamento das sessões na Câmara”, contou.
As primeiras visitas à Câmara não foram fáceis, segundo José Luiz. “No começo os vereadores tiravam sarro, mas agora respeitam o nosso trabalho. Além disso, os moradores de Piratininga já nos procuram para fazer denúncias”, informou o presidente da associação, afirmando que o grupo pretende fazer investigações e levá-las para a Promotoria.
De acordo com a coordenadora geral de projetos da Batra, Leila Canettieri, a visita à sede da ONG em Bauru serviu para a diretoria dar algumas orientações aos voluntários de associação de Piratininga. “Explicamos sobre como pedir documentos e da importância da educação para a cidadania. Além disso, falamos sobre as parcerias, pois não devemos apenas cobrar, mas também ajudar o setor público”, ressaltou Leila.
José Luiz informou que a documentação para regularizar o grupo já está quase pronta. “Vamos trabalhar conforme a lei e pretendemos manter o contato direto com a Batra. O nosso interesse é que Piratininga seja uma cidade melhor”. A diretoria da Associação Transparência e Justiça de Piratininga tem nove membros e os conselhos estão sendo formados. “Eles retornarão à Batra para ver como o trabalho é realizado em Bauru, principalmente, para conhecer como funciona projeto sobre o acompanhamento do legislativo”, disse Leila.
Para a Batra, o surgimento do grupo em Piratininga mostra que a cada dia aumentam os números de organizações interessadas no controle social. “Falamos que somos netos da Amarribo Brasil (Amigos e Associados de Ribeirão Bonito) e filhos da Matra (Marília Transparente), mas com o surgimento da associação, a família cresce e Amarribo ganha um bisneto”, brincou a coordenadora geral de projetos da Batra.
Por Lirian Pádua - BATRA

sábado, 1 de dezembro de 2012

AUDIENCIA COM O PRESIDENTE DA SESSÂO DE DIREITO PUBLICO, JUIZES E ACESSORES.

Em 30 de novembro ultimo  tivemos reunião com o DESEMBARGADOR SAMUEL JUNIOR, PRESIDENTE DA SESSÃO DE DIREITO PUBLICO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, onde pudemos expor as dificuldades na aplicação da LEI DA FICHA LIMPA e de nossa expectativa para que o Tribunal possa dar prioridade ao julgamento dos processos que dependem de julgamento para afastar os políticos que possuem fortes indícios de estarem sujeitos às aplicações da lei e assim afasta-los das eleições se condenados.
O Dr. Samuel foi muito enfático em dizer que o Tribunal esta a depender de sua atuação e dos colaboradores que estão em sua equipe fará todo empenho para que a lei seja aplicada com eficácia.
Relatou as dificuldades que encontra especialmente as decisões dos tribunais superiores quando concedem liminares liberando candidatos que não reúnem condições de participar do processo eleitoral e também dos casos de repercussão geral suscitados no STF especialmente das 309 e 576, sugerindo que deveríamos fazer uma visita aos tribunais superiores para tentar sensibilizá-los quanto a isto e a julgar rapidamente e resolver estes casos de repercussão geral.
Salientamos que temos feito isto e vamos com certeza buscar sensibilizar os tribunais superiores para buscar plena eficácia da lei da ficha limpa.
Foi uma reunião muito produtiva e auspiciosa onde o Dr. Samuel Junior enfatizou que a disposição do MCCE para dialogar e colaborar nas causas de interesse da sociedade civil e ira se empenhar para fazer com que as os processos daqueles que praticaram atos irregulares previstos na LEI DA FICHA LIMPA e que tenham processos tramitando no Tribunal De Justiça do Estado de São Paulo venham ser priozados no prazo de julgamento, a fim de que que a realmente se possa afastar os poliicos FICHA SUJA de concorrerem às eleições,  o  mais rápido possível.
Participaram do encontro pelo MCCE Dr. Antônio Visconti, Dr. Donato Grillo e Dr. Luciano P. Santos.
Pelo Tribunal:
Des. Samuel Alves de Melo Júnior (Presidente da Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça)
Dr. Luís Gustavo da Silva Pires (Juiz Assessor)
Dr. Luís Geraldo Santana Lanfredi (Juiz Assessor)
Dra. Luciana Bassi de Melo (Juíza Assessora)
Dra. Maria Gabriella Pavlopoulos Sapolonzi (juiza assessora)
Dra. Alexandra Fuchs (Juíza Assessora)
Dr. Fausto Martins Seabra (Juiz Assessor da Presidência da Seção Criminal)
Dr. Paulo Eduardo de Almeida Sorci (Juiz Assessor da Corregedoria Geral de Justiça)
 
FOTOS DA AUDIENCIA


 
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

V ENCONTRO ESTADUAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO ELEITORAL

Realizamos no ultimo dia 24 de novembro, sábado, o V Encontro

Estadual do Movimento de Combate a Corrupção. 

Queremos agradecer ao Naur pela gentileza de oferecer local agradável onde nos reunimos.

Compareceram 40 pessoas de varias cidades, como Paulínia, Santos, Guararema, Itapevi, Boituva, Bertioga, Itapevi, Santos, além de representantes do PNBE, Ministério Publico de Contas, Procuradoria, Procuradoria da Republica Eleitoral Federal, Jornal São Paulo, Nação Linguística Portuguesa, Ética na Politica de São Paulo, Radio 9 de Julho, entre outros.

Éramos 40 participantes.

O Dr. Professor Ladislau Dowbor (www.dowbor.org.br), proferiu excelente palestra sobre o descaminho do dinheiro via paraísos fiscais, via divida publica, na compra eleições, juros comerciais e arena parlamentar.

Deu-nos ele uma completa ideia do que o dinheiro pode fazer na corrupção eleitoral

Sr. Marlon Lelis debateu com os participantes os acertos e erros durante o período de denuncia nas ultimas eleições e o que deveremos fazer nas próximas.

Luciano P. dos Santos apresentou o documentário sobre a FICHA LIMPA.

Deu-nos ele a excelente noticia do engajamento do MCCE na REFORMA POLITICA.

Deveremos arregaçar as mangar para a obtenção de assinatura para apresentação de projeto popular, nos moldes da FICHA LIMPA.

Foi dada a palavra aberta a todos os participantes que puderam trocar experiências de suas cidades nas ultimas últimas eleições bem os sucessos de sua jornada.










 
 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

FOTOS AUDIÊNCIA COM DR. IVAN SARTORI - PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO


Em 31/10/2012 conseguimos dar mais um passo.
 
Os representantes do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral - MCCE, Dr. Luciano Pereira dos Santos (Membro da Executiva Nacional e da Estadual-SP), Dr. Donato Grillo (Membro da Executiva Estadual- SP), Dr. Antonio Visconti (do Ministério Publico Democrático e Membro da Executiva Estadual -SP)  e Dr. Marlom Lelis (Coordenador Estadual do MCCE-SP) estiveram em audiência com o Dr. Ivan Sartori, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
 
Nessa ocasião foi entregue oficio ao Presidente do TJ, solicitando e sugerindo que as ações que correm no Tribunal, cujos crimes são contemplados na Lei da Ficha Limpa tenham prioridade na pauta de julgamento, principalmente aquelas ações de improbidade administrativa.
 
Participou também o Dr. Tarcísio dos Santos, Chefe de Gabinete do Dr. Ivan Sartori.
 
Foi também dito ao Presidente do TJ que com essa priorização propiciara à cidadania toda a proteção ao PAIS em expurgar das eleições os CANDIDATOS FICHAS SUJA, beneficiando-o como um todo.
 
Queremos deixar aqui consignados os agradecimentos ao Dr. Ivan Sartori e ao Dr. Tarcísio dos Santos pela acolhida.
 
PARABÉNS A TODOS !!!!!!!!!!!!!!
 
DONATO GRILLO
MEMBRO DA EXECUTIVA ESTADUAL DO MOVIMENTO DE COMBATE A CORRUPÇÃO ELEITORAL
 
VOTO NÂO TEM PREÇO TEM CONSEQUENCIAS
 
Da esquerda para a direita Dr. Luciano P. Santos, Dr. Ivan Sartori (Presidente do TJ) e Dr. Donato Grillo
 

Da esquerda para a direita Dr. Antônio Visconti, Dr. Luciano P. Santos, Dr. Ivan Sartori (Presidente do TJ), Dr. Donato Grillo e Dr. Tarcisio (Chefe de Gabinete)

Da esquerda para a direita Dr. Ivan Sartori (Presidente do TJ) e Dr. Donato Grillo