sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Movimento de Combate a Corrupção Paulinia 
13:52 (36 minutos atrás)
para ussolineguedes, hermes.coelho, benira, gus, jmelo, tribuna, acacio, dantas.diego, afreirejunior, elisangela.nas., maria.eugenia, marcell.branco, leonidas, correia, filho, opec, aloredacao, politica, pauloaugusto, dduque, casacivil, carlos.carboni, gabinetecasaci., tassiana.carva., redacao
 
Zé Dirceu e Contra a Lei da Ficha Limpa 
palavras absurdas do Ex Ministro.

Ze Diceu numa infeliz entrevista no oglobo diz que a LEI DA FICHA LIMPA É COMPLETAMENTE ABSURDA. 

O Juiz eleitoral Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), rebateu nesta sexta-feira as declarações do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Reis disse que O José Dirceu está desqualificado para fazer uma análise mais correta desta lei, já que ele está condenado pelo Supremo Tribunal Federal e enquadrado nela

Segundo Marlon, esse episódio com Dirceu mostra como a lei tem o impacto real na política brasileira:
- Ele mesmo foi afetado pela lei e não tem qualificação para analisá-la porque ele sofre o impacto dela. Acertamos e cada vez nos convencemos mais disso. O que ele diz são palavras marcadas pela parcialidade inerente aos que são submetidos à aplicação da lei.
http://oglobo.globo.com/pais/dirceu-esta-desqualificado-para-fazer-analise-da-lei-da-ficha-limpa-7644851


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Encontro na OAB dá largada para projeto popular de reforma política

Encontro na OAB dá largada para projeto popular de reforma política

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013 às 16h18
Brasília – Um encontro que reuniu 35 dirigentes de diversas entidades da sociedade civil, conduzido pelo presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado, deu hoje o pontapé inicial para o lançamento em todo o País de uma campanha para apresentar projeto de lei de iniciativa popular propondo uma reforma política à Nação, com foco na proibição do financiamento de campanhas eleitorais por empresas (pessoas jurídicas).  Para os participantes do encontro, é necessário a criação de formas democráticas de financiamento de campanhas que eliminem a participação empresarial, fato que acaba gerando corrupção e desvirtuando a vontade do eleitor.
“A Ordem, que é uma entidade dos advogados mas também do Brasil, tem uma função cidadã de contribuir para a melhoria dos costumes políticos em nosso País, e tenho certeza de que com essa arrancada vamos conquistar eleições limpas, sobretudo com a instituição do financiamento democrático de campanhas, sem as doações de empresas”, afirmou Marcus Vinicius sobre o engajamento da entidade na campanha.
O evento, realizado na sede do Conselho Federal da OAB, durou cerca de três horas e foi coordenado pelo juiz Marlon Jacinto Reis, reunindo entre os participantes entidades destacadas nos movimentos sociais - como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) e a Avaaz, entre outras. Dele participou também o membro honorário vitalício (MHV) do Conselho Federal da OAB, Cezar Britto.
Durante a reunião, além de ser constituída uma comissão de relatores do projeto de iniciativa popular, foram debatidas metodologias de trabalho e formas para estimular a participação popular na discussão da reforma – inclusive com sugestões  ao projeto – e para  a coleta de cerca de 1,5 milhão de assinaturas, necessárias à apresentação da reforma ao Congresso Nacional.
Os próximos passos do movimento serão a realização de um seminário para debater os principais pontos do projeto, a  redação final da proposta e o lançamento da campanha de campo para coleta das assinaturas, por meios físicos e pela internet. A expectativa dos participantes do encontro é de que a campanha pela reforma eleitoral reedite o sucesso que foi a campanha pela proposta de iniciativa popular que resultou na Lei Complementar nº 135 – a chamada Lei da Ficha Limpa, que recolheu cerca de 2 milhões de assinaturas pelo País.
A seguir, alguns depoimentos de dirigentes de entidades e participantes do encontro que iniciou nesta sexta-feira (15) o movimento pela proposta de iniciativa popular da reforma política:
Marcus Vinicius Furtado, presidente nacional da OAB: “A força da Ordem advém do apoio que ela sempre obteve da sociedade civil brasileira. A OAB possui duas missões fundamentais. A primeira é a defesa das prerrogativas do advogado, com aquela ideia de que isso é importante e essencial para a defesa do cidadão. A segunda é protagonizar grandes causas da República, pela melhoria dos costumes políticos, dos costumes sociais, pela melhoria da sociedade brasileira. A Ordem é dos advogados, mas é também do Brasil. Cumprindo essa missão, ela deve se aproximar, como fez no dia de hoje, dos movimentos sociais, se aproximar do que pensa a sociedade brasileira. Assim, no exato momento em que ela relembra a grande vitória que foi a Lei da Ficha Limpa, ela reedita esse movimento para que tenhamos no Brasil eleições limpas, o que significa dizer que não podemos conviver com o financiamento de campanhas por empresas. Nós temos que possibilitar a existência do financiamento democrático das campanhas eleitorais, para que as pessoas de bem do nosso país possam participar da atividade política sem a necessidade de se envolver com o financiamento por empresas privadas. Isso, sem dúvida alguma, será uma ação que irá combater as causas dos problemas políticos do nosso país, porque combater apenas as consequências tem se demonstrado não suficiente. Portanto, a OAB cumpre essa sua missão social de ser porta-voz da sociedade civil brasileira em prol desta bandeira republicana que é melhorar a democracia, ampliando os espaços da cidadania de participação na vida política do Brasil.
Cezar Britto, membro honorário vitalício do Conselho Federal da OAB: Essa reunião retoma a trilha da OAB e do MCCE, de dizer que a reforma política é a mãe de todas as reformas e que a eleição tem que refletir, de fato, o que pensa o eleitor. Já fizemos essas campanhas por etapas. A primeira foi a campanha de que voto não tem preço, tem consequência. Nessa etapa, fizemos um importante movimento de combate à compra de votos. A segunda foi a campanha em prol da Lei da Ficha Limpa, de que não se pode ser candidatos com ficha corrida de irregularidades. Agora investimos com toda a nossa força na campanha para afirmar que quem deve financiar a campanha de nossos representantes é, exclusivamente, o povo, uma vez que esses representantes são a razão de ser da democracia. Vamos discutir agora a proibição do financiamento privado de campanhas. As entidades que aqui se reuniram há muito tempo vem debatendo a reforma política. Muitas delas e a OAB já apresentaram projetos de reforma política ao governo, mas nada tem funcionado. Mas por que? Porque estamos discutindo o futuro da política e parte da nossa classe política pensa mais nas próximas eleições do que nas próximas gerações. Daí a dificuldade de se fazer uma reforma política ampla e verdadeira. Aqui nessa Comissão vários temas serão debatidos, não apenas o financiamento das campanhas, para termos uma boa reforma política. Vamos colher a opinião da sociedade e da advocacia e eleger os nossos temas de maior importância para, a partir daí, partirmos para uma nova campanha de iniciativa popular.
Marlon Reis, juiz e diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral: “A OAB acaba de ser, mais uma vez, palco de um momento marcante da história do país. A sociedade civil aqui presente, representada por dezenas de organizações, acaba de definir que estará junta para lutar pela reforma do sistema político. Não tenho dúvida de que esse movimento será capaz de atrair a atenção e o apoio de toda a sociedade brasileira, que está unanimemente inconformada com os rumos que tomaram as eleições. As eleições estão mercantilizadas, as eleições estão caríssimas. Há uma preponderância do abuso de poder econômico e isso precisa mudar. Hoje nós demos o primeiro passo no sentido da união da sociedade brasileira para que essa mudança aconteça”.
Aldo Arantes, do Instituto Nacional de Pesquisa e Defesa do Meio Ambiente e ex-deputado federal: “Nós estamos convictos que, em relação ao financiamento de campanha, a criação de mecanismos que permitam a expressão da vontade do povo, e não de interesses privados, é uma questão decisiva para o avanço da democracia. Essa reunião tem um significado, o movimento tem um significado e essa comissão tem uma importância muito grande. Não tenho dúvida de que, com isso, a OAB retoma a tradição de luta democrática que é cara a essa entidade. Ao tomar a frente dessa luta pela Reforma Política, a OAB retoma um patamar elevado na sua contribuição para o aprofundamento da democracia no Brasil”.
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

PROCURADORIA GERAL PEDE AFASTAMEENTO DE CONSELHEIRO DO TCE POR IMPROBIDADE

Em 16 de outubro de 2011 18:46, Lizete Verillo <lizeteverillo@amarribo.org.br> escreveu:
Procuradoria-Geral pede afastamento de conselheiro do TCE por improbidade
FAUSTO MACEDO - O Estado de S.Paulo
14 de outubro de 2011 | 3h 03
O Ministério Público Estadual requereu à Justiça o afastamento liminar de Eduardo Bittencourt Carvalho do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A medida é inédita na história secular da corte de contas, a maior do País, com atribuição para fiscalizar todos os contratos de 644 municípios paulistas e da administração direta e indireta do Estado.
Em ação civil distribuída à 1.ª Vara da Fazenda Pública da Capital, a Procuradoria-Geral de Justiça pede ainda indisponibilidade de todos os bens de Bittencourt - imóveis, cotas de sociedades empresariais, ativos financeiros, fundos de investimento, bônus, ações, títulos, joias, quadros e obras de arte, automóveis e fazendas localizados no Brasil e no exterior.
A Procuradoria não se manifestou ao Estado sobre a ação e advertiu sobre o sigilo dos autos. A investigação revela que o conselheiro, com vencimentos mensais de R$ 30,7 mil no TCE, amealhou entre 1995 e 2009 a soma de R$ 50 milhões - valor injetado em uma de suas propriedades, a Fazenda Firme/Anhumas/Leque, em Mato Grosso, controlada pela Agropecuária e Participações Pedra do Sol Ltda.
O Ministério Público suspeita que esses recursos tiveram origem na corrupção. Bittencourt foi deputado e assumiu o cargo em 1990, por indicação do então governador Orestes Quércia (1987-1990). Após 3 anos de apuração, a procuradoria imputa a ele atos de improbidade, enriquecimento ilícito, ocultação de valores e lavagem de dinheiro.
A procuradoria dá à causa o valor de R$ 750 milhões e pede a condenação de Bittencourt à perda da função "mediante dissolução do vínculo com o TCE, cassando-se, consequentemente, eventual aposentadoria que lhe venha a ser concedida", além da perda dos valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, suspensão dos direitos políticos por até 10 anos e pagamento de multa de até 100 vezes o valor de seu contracheque.
A fortuna atribuída ao conselheiro circulou por contas sediadas em Miami e em Nova York, em nome de duas offshores, a Justinian Investment Holdings e a Trident Trust Company, sediadas nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe.
A ação diz que a evolução patrimonial de Bittencourt é "gritante". A renda nominal do conselheiro, de origem comprovada naquele período foi de R$ 5,97 milhões. O rastreamento bancário indica créditos de outras fontes desconhecidas que alcançam a cifra de R$ 7,21 milhões.
30 vezes. Relatório de inteligência financeira mostra que em ao menos dois meses o valor de créditos de origem desconhecida supera em "mais de 30 vezes" o valor dos rendimentos declarados e comprovados.
O Ministério Público requereu, também, bloqueio patrimonial da ex-mulher do conselheiro, Aparecida, da namorada dele, Jackeline Paula Soares, e de duas empresas por ele administradas, a Pedra do Sol e a Justinian.
A ação destaca que a partir de 1994 Bittencourt "liderou esquema de ocultação e dissimulação da origem, localização, movimentação, disposição e propriedade de bens, direitos e valores obtidos por meios ilícitos, processo vulgarmente conhecido como lavagem de dinheiro, valendo-se, para isso, do manto de interpostas pessoas físicas e jurídicas por ele controladas ou a ele relacionadas".
O esquema envolveu três fases: ocultação, dissimulação e repatriação de valores para reintegração patrimonial. A Justinian foi o eixo central da trama. Em agosto de 1995, Bittencourt adquiriu as cotas da offshore caribenha e abriu contas bancárias em nome dela no Lloyds Bank de Nova York e Miami. Ele se identificou como "fazendeiro".
Para evitar a identificação de seu nome no fluxo ilegal de recursos, o conselheiro abriu duas contas sob titularidade de "Mezzanote" e outras duas em nome da Justinian. Nessas contas depositou "investimentos pessoais à margem do sistema financeiro e das leis brasileiras".
Ministro. Segundo a ação, para evitar que seu nome fosse relacionado a negócios celebrados no Brasil pela offshore, ele nomeou como procurador o advogado Eros Grau, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, "com amplos poderes para abrir e fechar contas e movimentar valores". Eros não é acusado.
Para movimentar os ativos da offshore, Bittencourt constituiu a Trident Trust, que abrigava cinco contas assim denominadas: General Star, Venus, Jazz, Azteca e Kiesser. Pelas contas da Justinian circularam US$ 9,73 milhões de abril de 1997 a fevereiro de 2005. Há indícios de que tais capitais possam estar custodiados em contas no Reino Unido (Tortola), na Suíça e no Uruguai. Nenhum desses bens foi declarado por Bittencourt.
Na segunda fase da lavagem - dissimulação de valores e bens -, o dinheiro da Justinian migrou para contas de terceiros, por meio de transferências para outras offshores, Conquest Limited e Tropical Worldwide, também sediadas nas Ilhas Virgens Britânicas e controladas por brasileiros, "de relações pessoais com Bittencourt", com cotas administradas por doleiros de São Paulo. Segundo a ação, para repatriar o dinheiro ilícito, o conselheiro integrou os valores ao patrimônio da Pedra do Sol.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quem serão os novos secretários dos nossos municípios????

De: Evandro Gevaerd <evandrogevaerd@uol.com.br>
Data: 21 de outubro de 2012 10:56
Assunto: Quem serão os novos secretários dos nossos municípios????
 
Em Brusque elaboramos um ofício ao Prefeito Eleito (reeleito) parabenizando-o e solicitando que ele nos envie o "curriculum vitae" de todos os futuros secretários e demais cargos estratégicos da Prefeitura assim que esses nomes forem definidos (formação acadêmica e experiência profissional). Já discutimos o tema no encontro Nacional em Curitiba. Esperamos que as novas administrações não leve em consideração apenas a amizade, confiança ou indicação partidária, mas sobretudo o passado ético e a formação e experiência profissional de cada gestor a ser indicado pelos nossos novos prefeitos.
Cobrar dos gestores públicos qualificação profissional e passado ético dos novos secretários é dever da população, que paga os tributos. Isso é exercer a cidadania, e se formos omissos não poderemos reclamar...  seremos cúmplices...
É uma idéia que estou socializando e que foi inspirada no relatório dos Vereadores Eleitos elaborado pelo Observatório Social de Foz do Iguaçu, que recebemos semana passada e que também já estamos elaborando em Brusque.
Quando recebermos as informações supra mencionadas, faremos a sistematização das mesmas e divulgaremos à comunidade, e se for o caso, questionaremos. Se algum outro Observatório da Rede quiser cópia do nosso ofício para modelo é só pedir (o ofício está pronto e encaminharemos ao longo desta semana ao prefeito).
Segue anexo manefesto à população de Brusque sobre Educação fiscal do nosso Observatório Social que entregamos no feirão do imposto realizado ontem em nossa cidade. Usamos vocabulário simples e claro, penso que pode ser útil.
Ahhh  aproveitem para visitar a nossa página...  tem matérias muito legais que interessam a todos: www.osbrusque.com.br
 
Diretor Executivo do Observatório Social de Brusque

BALANÇO DO DISQUE DENUNCIA ULTIMAS ELEIÇÕES


Prezados, boa noite
 
 
Como requerido, foi agendada reunião com o Dr. Márcio Fernando Elias Rosa, Exmo, Sr. Procurador-Geral de Justiça,  para o próximo dia 21 de fevereiro (quinta-feira) às 10h30min, para balanço do Disque Denúncia.
Contamos com a presença de todos.
Atenciosamente.
 
Subprocuradoria-Geral de Justiça Institucional
Assessoria Eleitoral

“Comitê do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, MCCE, no Grande ABC”– MCCE/ABC


 
“Comitê do  Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, MCCE, no Grande ABC”– MCCE/ABC
 
Na tarde do dia 04 de fevereiro,  em reunião do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral, Estadual  São Paulo, na sede do Movimento do Ministério Público Democrático, Rua Riachuelo 217, 5º andar, centro de São Paulo; na presença dos membros  do MCCE/SP Caci Amaral, Lucrécia Gomes, Silvia Cosac, Luciano Santos, Donato Grillo, Olívia da Silvia  Telles, Antonio Visconti  e demais  participantes , Elísio Peixoto, presidente da Associação dos Amigos de São Caetano do Sul, ASASCS, se propôs a iniciar as ações necessárias para a formação de um Comitê MCCE na região, com o objetivo de desenvolver as atividades do MCCE nas sete cidades do Grande ABC Paulista (Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Mauá), disseminar as atividades de forma regional e agregar entidades e lideranças sociais interessadas em promover e executar ações propostas pelo MCCE e outras necessárias  para o aperfeiçoamento da nossa democracia.
 
Com apoio e colaboração do Juiz Márlon Reis, do MCCE nacional  e um dos idealizadores da Lei Ficha Limpa, Elísio Peixoto terá o desafio de propagar,  nas 7 cidades que compõem o Grande ABC paulista, a nova etapa do MCCE, que é a coleta de assinaturas em apoio à  Iniciativa Popular para a reforma do Sistema Político.
 
Ao lado desta luta, haverá também a coleta de assinaturas para mais um  projeto de lei, o M2M, isto é, Máximo 2 Mandatos,  a ser desencadeada pelo MCCE Estadual SP.
 
"O Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral foi capaz de mobilizar milhões  de brasileiros para apresentar ao Congresso Nacional um grande anseio social, traduzido pela criação da Lei Ficha Limpa, impedindo que políticos condenados por órgãos colegiados disputem  cargos eletivos.
 
Anteriormente, em 1999, o MCCE  conseguiu, também através da coleta de  1.100.000 assinaturas,  a aprovação da lei 9840, contra a compra de votos e o  uso indevido da máquina administrativa.  Daí nasceram os Comitês 9840, hoje MCCE.
 
Agora, o novo embate será pela coleta de assinaturas em apoio   à  Iniciativa Popular para a reforma do Sistema Político  e o M2M " , afirmou Elísio Peixoto.
 
Para ter acesso à integra da Proposta de Iniciativa Popular para Reforma do Sistema Político, acesse a plataforma através do site www.reformapolitica.org.br ou www.mcce.org.br
(A.I.) Elísio Peixoto”

 

 

 

Batra recebe nova associação de Piratininga

17/01/2013

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A organização não governamental (ONG) Bauru Transparente (Batra) recebeu na noite da última segunda-feira, 14, a visita de voluntários da Associação Transparência e Justiça de Piratininga. O grupo recém-formado na cidade vizinha pretende, em breve, apresentar documentações para se oficializar como ONG.
O encontro ocorreu através do contato da associação com a Batra, pois os piratininganos queriam conhecer mais a fundo o trabalho da Bauru Transparente e as experiências pelas quais a ONG já passou. Segundo o presidente da associação, José Luiz Theodoro Negreiros, o grupo foi formado antes das eleições do ano passado com o intuito de debater sobre a política municipal. “Insatisfeitos com a antiga administração, nos manifestamos e conseguimos reverter o quadro político. Contudo, depois que o ex-prefeito (Odail Falqueiro) perdeu a eleição, a cidade virou um caos. Então decidimos intervir a começamos a fazer nosso trabalho de fiscalização e acompanhamento das sessões na Câmara”, contou.
As primeiras visitas à Câmara não foram fáceis, segundo José Luiz. “No começo os vereadores tiravam sarro, mas agora respeitam o nosso trabalho. Além disso, os moradores de Piratininga já nos procuram para fazer denúncias”, informou o presidente da associação, afirmando que o grupo pretende fazer investigações e levá-las para a Promotoria.
De acordo com a coordenadora geral de projetos da Batra, Leila Canettieri, a visita à sede da ONG em Bauru serviu para a diretoria dar algumas orientações aos voluntários de associação de Piratininga. “Explicamos sobre como pedir documentos e da importância da educação para a cidadania. Além disso, falamos sobre as parcerias, pois não devemos apenas cobrar, mas também ajudar o setor público”, ressaltou Leila.
José Luiz informou que a documentação para regularizar o grupo já está quase pronta. “Vamos trabalhar conforme a lei e pretendemos manter o contato direto com a Batra. O nosso interesse é que Piratininga seja uma cidade melhor”. A diretoria da Associação Transparência e Justiça de Piratininga tem nove membros e os conselhos estão sendo formados. “Eles retornarão à Batra para ver como o trabalho é realizado em Bauru, principalmente, para conhecer como funciona projeto sobre o acompanhamento do legislativo”, disse Leila.
Para a Batra, o surgimento do grupo em Piratininga mostra que a cada dia aumentam os números de organizações interessadas no controle social. “Falamos que somos netos da Amarribo Brasil (Amigos e Associados de Ribeirão Bonito) e filhos da Matra (Marília Transparente), mas com o surgimento da associação, a família cresce e Amarribo ganha um bisneto”, brincou a coordenadora geral de projetos da Batra.
Por Lirian Pádua - BATRA

sábado, 1 de dezembro de 2012

AUDIENCIA COM O PRESIDENTE DA SESSÂO DE DIREITO PUBLICO, JUIZES E ACESSORES.

Em 30 de novembro ultimo  tivemos reunião com o DESEMBARGADOR SAMUEL JUNIOR, PRESIDENTE DA SESSÃO DE DIREITO PUBLICO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, onde pudemos expor as dificuldades na aplicação da LEI DA FICHA LIMPA e de nossa expectativa para que o Tribunal possa dar prioridade ao julgamento dos processos que dependem de julgamento para afastar os políticos que possuem fortes indícios de estarem sujeitos às aplicações da lei e assim afasta-los das eleições se condenados.
O Dr. Samuel foi muito enfático em dizer que o Tribunal esta a depender de sua atuação e dos colaboradores que estão em sua equipe fará todo empenho para que a lei seja aplicada com eficácia.
Relatou as dificuldades que encontra especialmente as decisões dos tribunais superiores quando concedem liminares liberando candidatos que não reúnem condições de participar do processo eleitoral e também dos casos de repercussão geral suscitados no STF especialmente das 309 e 576, sugerindo que deveríamos fazer uma visita aos tribunais superiores para tentar sensibilizá-los quanto a isto e a julgar rapidamente e resolver estes casos de repercussão geral.
Salientamos que temos feito isto e vamos com certeza buscar sensibilizar os tribunais superiores para buscar plena eficácia da lei da ficha limpa.
Foi uma reunião muito produtiva e auspiciosa onde o Dr. Samuel Junior enfatizou que a disposição do MCCE para dialogar e colaborar nas causas de interesse da sociedade civil e ira se empenhar para fazer com que as os processos daqueles que praticaram atos irregulares previstos na LEI DA FICHA LIMPA e que tenham processos tramitando no Tribunal De Justiça do Estado de São Paulo venham ser priozados no prazo de julgamento, a fim de que que a realmente se possa afastar os poliicos FICHA SUJA de concorrerem às eleições,  o  mais rápido possível.
Participaram do encontro pelo MCCE Dr. Antônio Visconti, Dr. Donato Grillo e Dr. Luciano P. Santos.
Pelo Tribunal:
Des. Samuel Alves de Melo Júnior (Presidente da Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça)
Dr. Luís Gustavo da Silva Pires (Juiz Assessor)
Dr. Luís Geraldo Santana Lanfredi (Juiz Assessor)
Dra. Luciana Bassi de Melo (Juíza Assessora)
Dra. Maria Gabriella Pavlopoulos Sapolonzi (juiza assessora)
Dra. Alexandra Fuchs (Juíza Assessora)
Dr. Fausto Martins Seabra (Juiz Assessor da Presidência da Seção Criminal)
Dr. Paulo Eduardo de Almeida Sorci (Juiz Assessor da Corregedoria Geral de Justiça)
 
FOTOS DA AUDIENCIA


 
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

V ENCONTRO ESTADUAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO ELEITORAL

Realizamos no ultimo dia 24 de novembro, sábado, o V Encontro

Estadual do Movimento de Combate a Corrupção. 

Queremos agradecer ao Naur pela gentileza de oferecer local agradável onde nos reunimos.

Compareceram 40 pessoas de varias cidades, como Paulínia, Santos, Guararema, Itapevi, Boituva, Bertioga, Itapevi, Santos, além de representantes do PNBE, Ministério Publico de Contas, Procuradoria, Procuradoria da Republica Eleitoral Federal, Jornal São Paulo, Nação Linguística Portuguesa, Ética na Politica de São Paulo, Radio 9 de Julho, entre outros.

Éramos 40 participantes.

O Dr. Professor Ladislau Dowbor (www.dowbor.org.br), proferiu excelente palestra sobre o descaminho do dinheiro via paraísos fiscais, via divida publica, na compra eleições, juros comerciais e arena parlamentar.

Deu-nos ele uma completa ideia do que o dinheiro pode fazer na corrupção eleitoral

Sr. Marlon Lelis debateu com os participantes os acertos e erros durante o período de denuncia nas ultimas eleições e o que deveremos fazer nas próximas.

Luciano P. dos Santos apresentou o documentário sobre a FICHA LIMPA.

Deu-nos ele a excelente noticia do engajamento do MCCE na REFORMA POLITICA.

Deveremos arregaçar as mangar para a obtenção de assinatura para apresentação de projeto popular, nos moldes da FICHA LIMPA.

Foi dada a palavra aberta a todos os participantes que puderam trocar experiências de suas cidades nas ultimas últimas eleições bem os sucessos de sua jornada.










 
 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

FOTOS AUDIÊNCIA COM DR. IVAN SARTORI - PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO


Em 31/10/2012 conseguimos dar mais um passo.
 
Os representantes do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral - MCCE, Dr. Luciano Pereira dos Santos (Membro da Executiva Nacional e da Estadual-SP), Dr. Donato Grillo (Membro da Executiva Estadual- SP), Dr. Antonio Visconti (do Ministério Publico Democrático e Membro da Executiva Estadual -SP)  e Dr. Marlom Lelis (Coordenador Estadual do MCCE-SP) estiveram em audiência com o Dr. Ivan Sartori, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
 
Nessa ocasião foi entregue oficio ao Presidente do TJ, solicitando e sugerindo que as ações que correm no Tribunal, cujos crimes são contemplados na Lei da Ficha Limpa tenham prioridade na pauta de julgamento, principalmente aquelas ações de improbidade administrativa.
 
Participou também o Dr. Tarcísio dos Santos, Chefe de Gabinete do Dr. Ivan Sartori.
 
Foi também dito ao Presidente do TJ que com essa priorização propiciara à cidadania toda a proteção ao PAIS em expurgar das eleições os CANDIDATOS FICHAS SUJA, beneficiando-o como um todo.
 
Queremos deixar aqui consignados os agradecimentos ao Dr. Ivan Sartori e ao Dr. Tarcísio dos Santos pela acolhida.
 
PARABÉNS A TODOS !!!!!!!!!!!!!!
 
DONATO GRILLO
MEMBRO DA EXECUTIVA ESTADUAL DO MOVIMENTO DE COMBATE A CORRUPÇÃO ELEITORAL
 
VOTO NÂO TEM PREÇO TEM CONSEQUENCIAS
 
Da esquerda para a direita Dr. Luciano P. Santos, Dr. Ivan Sartori (Presidente do TJ) e Dr. Donato Grillo
 

Da esquerda para a direita Dr. Antônio Visconti, Dr. Luciano P. Santos, Dr. Ivan Sartori (Presidente do TJ), Dr. Donato Grillo e Dr. Tarcisio (Chefe de Gabinete)

Da esquerda para a direita Dr. Ivan Sartori (Presidente do TJ) e Dr. Donato Grillo
 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Do Consultor Jurídico | STF procura saída para impasse da ficha limpa

Por Rodrigo Haidar

O Supremo Tribunal Federal volta a julgar, nesta quarta-feira (27/10), a aplicação da Lei Complementar 135/10 (Lei da Ficha Limpa) para as eleições deste ano diante de um dilema: achar uma saída para o impasse que rachou o tribunal quando os ministros julgaram o recurso do ex-candidato ao governo do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PSC), há quase um mês.

Na ocasião, depois de duas sessões que somaram 15 horas de discussão, o julgamento foi suspenso sem a proclamação do resultado porque cinco ministros votaram pela aplicação imediata da lei e cinco, contra. Com o placar, os juízes passaram a discutir de forma acalorada sobre como desempatar a decisão. A paixão tomou conta das discussões e a única saída foi encerrar a sessão sem qualquer resultado definido.

Na quarta-feira, será julgado o recurso de Jader Barbalho (PMDB-PA) contra a rejeição do registro de sua candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral. O caso é muito semelhante ao de Roriz: Barbalho renunciou ao cargo de senador em 2001 para escapar de um provável processo de cassação. Nas eleições de 3 de outubro, obteve 1,79 milhão de votos e e se elegeu em segundo lugar para representar o Pará no Senado.

Em entrevista nesta sexta-feira (22/10), o presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, chegou a considerar a possibilidade de o tribunal se ver diante de novo impasse: “Possibilidade teórica (de continuar empatado) sempre tem. Eu não saberia fazer uma avaliação hoje”. Mas, em seguida, afirmou que “pode ser até que o tribunal encontre uma solução não aventada até agora”.

Questionado sobre se estaria disposto a proferir o voto de desempate, Peluso respondeu: “Eu estou disposto a aguardar o julgamento de quarta-feira”. A possibilidade de o presidente do STF desempatar o julgamento, apesar de prevista no regimento interno da Corte, foi duramente atacada pelos ministros que defendem a aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa. Peluso, que teria o privilégio de votar duas vezes, é contra.

Ministros consideram a possibilidade de haver conversas nos dias que antecedem o julgamento para que seja desenhada uma solução antes de o recurso começar a ser julgado. Advogados consideram que a solução pode partir da ministra Ellen Gracie.

A ministra é a integrante do colegiado que se envolveu de forma menos apaixonada com o assunto. No julgamento em que o Supremo derrubou a verticalização, ela sustentara a inconstitucionalidade de lei eleitoral vigorar no mesmo ano de sua edição. Embora tenha decidido diferente agora, é a única votante que pode ceder no sentido de abrir o segundo voto para o presidente, o que decidiria a questão imediatamente.

Soluções opostas
O voto de desempate é previsto no inciso IX do artigo 13 do regimento interno. O dispositivo determina que cabe ao presidente do tribunal “proferir voto de qualidade nas decisões do plenário, para as quais o regimento interno não preveja solução diversa, quando o empate na votação decorra de ausência de ministro em virtude de: a) impedimento ou suspeição; b) vaga ou licença médica superior a 30 dias, quando seja urgente a matéria e não se possa convocar o ministro licenciado”.

O uso do voto de qualidade foi defendido em plenário pelos ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio no julgamento do recurso de Roriz. Quando estava em jogo a candidatura de Roriz, o presidente do STF foi pressionado por colegas e descartou desempatar a contenda: “Não tenho nenhuma vocação para déspota. E não acho que o meu voto valha mais do que o de outros ministros”.

A segunda saída para o impasse é diametralmente oposta a primeira e está no mesmo regimento interno do STF, no artigo 146: “havendo, por ausência ou falta de um ministro, nos termos do artigo 13, IX, empate na votação de matéria cuja solução dependa de maioria absoluta, considerar-se-á julgada a questão proclamando-se a solução contrária à pretendida ou à proposta”. Neste caso, o desempate se dá com a confirmação da decisão do TSE contestada pela recurso de Jáder Barbalho.

Esta foi a solução proposta pelo ministro Ricardo Lewandowski, duramente rechaçada, então, pelo time que é contra a aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa. As duas possibilidades de desempate previstas no mesmo regimento deve ser o alvo das conversas entre os ministros antes do julgamento do recurso do eventual futuro senador.

Processo eleitoral
Em todos os casos nos quais a Lei da Ficha Limpa é contestada, advogados alegam, preliminarmente, que a lei feriu o artigo 16 da Constituição Federal, que fixa o chamado princípio da anterioridade, segundo o qual qualquer lei que influa nas eleições tem de esperar o prazo de carência de um ano a partir da data de sua publicação para ser aplicada.

O artigo 16 diz o seguinte: “A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”. O racha entre os ministros, que impediu o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, de proclamar o resultado do julgamento do recurso de Roriz, se deu exatamente pelas diferenças entre o conceito do que é processo eleitoral.

A Lei Complementar 135 foi publicada em 7 de junho deste ano. Assim, só poderia valer para eleição marcada para depois de 6 de junho de 2011. Na prática, só se aplicaria aos candidatos a partir das eleições municipais de 2012. Esse é o entendimento dos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso.

Os outros cinco ministros — Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Ayres Britto e Ellen Gracie — entendem que sua aplicação é imediata porque novas hipóteses de inelegibilidade não alteram o processo eleitoral. Logo, não teriam de cumprir o prazo de carência de um ano previsto na Constituição Federal.

Sobre este ponto é que se deu o impasse. Para os ministros que defendem a aplicação imediata da lei, só tem poder de interferir no processo eleitoral uma regra que desequilibra ou deforma a disputa. Como a Lei da Ficha Limpa é linear, ou seja, se aplica para todos indistintamente, não se pode afirmar que ela interfere no processo eleitoral. Logo, sua aplicação é imediata.

Para os que sustentam que a lei deve obedecer ao prazo fixado no artigo 16 da Constituição Federal, não ha interferência maior no processo eleitoral do que estabelecer novas regras que criem restrições para que um cidadão se candidate. Os ministros discordaram até de quando se inicia o processo eleitoral. Para a maior parte do time pró aplicação imediata da lei, o processo se inicia com as convenções partidárias, que pela Lei Eleitoral devem ser realizadas entre 10 e 30 de junho, e com os registros de candidatura, que devem ser feitos até as 19h do dia 5 de julho.

Para a outra metade do Supremo, o processo eleitoral começa um ano antes das eleições, com o fim do prazo para as filiações partidárias. Se para concorrer o candidato tem de estar filiado ao partido um ano antes das eleições, é nesta data que começa o processo rumo ao próximo pleito.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2010-out-23/supremo-procura-saida-desempatar-posicoes-ficha-limpa

MCCE Estadual São Paulo participa de audiência pública para elaboração do Novo Código Eleitoral

Elaboração de Anteprojeto do Novo Código Eleitoral

A presidência do Senado nomeou uma comissão especial, formada por juristas, para elaborar um anteprojeto para o novo código eleitoral.

Na sistemática de trabalho da Comissão estabeleceu-se a realização de audiências públicas em várias capitais, das diferentes regiões do país.

Em São Paulo, a Audiência Pública da comissão acontecerá dia 08/11, das 10h00 às 13h00, na sede do Tribunal Regional Eleitoral, Rua Francisca Miquelina, 123 (www.tre-sp.gov.br).

Dr. Walter de Almeida Guilherme, Presidente do TRE/SP e membro da Comissão, convidou o MCCE Estadual SP a participar da Audiência Pública apresentando propostas para o anteprojeto.

O MCCE Estadual SP apresentará propostas que sejam expressão da experiência acumulada em quase 20 anos de participação como agentes ativos da busca de moralidade e transparência no processo eleitoral.

Experiência esta reunida na apresentação de duas Iniciativas Populares de Lei, que resultaram na Lei 9840/99, que impede a compra de votos e o uso da máquina administrativa, e na Lei Complementar 135/10, que exclui do processo eleitoral candidatos condenados por órgão colegiado.


Temas propostos pela comissão de juristas para exame da sociedade civil nas audiências públicas:

TEMA I

ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES

Sub-relator: Dr. Carlos Eduardo Caputo Bastos

TEMA II

DIREITO PENAL ELEITORAL E

DIREITO PROCESSUAL PENAL ELEITORAL

Sub-relator: Min. Hamilton Carvalhido

TEMA III

DIREITO PROCESSUAL ELEITORAL NÃO PENAL

Sub-relator: Dr. Fernando Neves

TEMA IV

DIREITO MATERIAL ELEITORAL NÃO-PENAL

Sub-relator: Dr. Torquato Jardim

TEMA V

CONSULTAS PÚBLICAS

Sub-relator: Dr. Cezar Britto



Apresentação do tema V, Consultas Públicas, que diz respeito a sistemática dos trabalhos da comissão e da participação cidadã


O processo legislativo moderno tem no diálogo com a cidadania a sua permanente fonte de legitimidade. Eis porque de fundamental importância para uma legislação destinada a regular o exercício do sufrágio universal pelo soberano-povo a instauração de um processo de ampla consulta ao seu principal usuário.

O curto prazo para elaboração da proposta de anteprojeto do Código Eleitoral, coincidente com as eleições deste ano de 2010, impõe um processo de consulta mais célere, ainda que com a maior abrangência possível. Certamente que o Congresso Nacional ampliará o debate após a conclusão do trabalho desta Comissão.

Neste sentido, adotou-se plano de trabalho mediante três ações complementares: a) audiências públicas; b) envolvimento direto de órgãos e entidades que trabalham com questões eleitorais; c) seminários temáticos.

As audiências públicas são tradicionais e eficazes instrumentos de consulta popular. Este plano de trabalho utilizou como critério a necessidade de concretizá-las nas cinco regiões do País. Adotou aComissão o seguinte calendário: 13 de setembro em Belo Horizonte; 8 de outubro em Recife; 25 de outubro em Florianópolis; 11 de novembro em São Paulo; dia 12 de novembro em Salvador; 19 de novembro em Cuiabá; 26 de novembro em Belém, e 30 de novembro, em Brasília.

A Presidência da Comissão convidará para participação e divulgação de seus trabalhos e da realização das audiências públicas os entes governamentais e as entidades acadêmicas e profissionais usualmente engajadas nas ações de cidadania, dentre elas, exemplificativamente, o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal Superior Eleitoral, os Tribunais Regionais Eleitorais, Tribunais e Juízos federais, estaduais e distritais, órgãos públicos federais, estaduais e municipais, ABRAMPE, AJUFE, AMB, CONAMP, ABI, CNBB, OAB e os partidos políticos.

Tais entidades poderão também organizar os seminários temáticos sugeridos no plano de trabalho, preferencialmente nos Estados em que não ocorram audiências públicas.


Documentos referentes ao trabalho da comissão estão à disposição dos interessados no site http://www.senado.gov.br/senado/novoce.

Mais informações: Caci Amaral - MCCE Estadual São Paulo
Tel: 11 3022 6821 . caciamaral@ig.com.br

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Nota púbica MCCE - Lei Ficha Limpa é uma conquista da sociedade

NOTA PÚBLICA

Lei Ficha Limpa é uma conquista da sociedade

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, rede da sociedade civil responsável pela Campanha Ficha Limpa, da qual decorreu a aprovação da Lei Complementar nº 135/2010, conhecida como a Lei da Ficha Limpa, vem, a propósito de recentes declarações de parlamentares em relação à autoria ou promoção do projeto de lei, esclarecer o seguinte:

O Congresso Nacional discutia desde 1993, sem aproximar-se de qualquer decisão, o tema do aprimoramento da Lei de Inelegibilidades. Tais modificações só vieram a ocorrer quando a sociedade brasileira se mobilizou, coletando as 1,6 milhão de assinaturas que deram origem ao projeto de lei de iniciativa popular. Outras milhões de pessoas participaram diretamente dessa conquista em passeatas, palestras e conferências ou atuando de forma decisiva por meio do ativismo na internet.

Não temos dúvida de que, se não fosse a iniciativa popular, não teríamos uma legislação de inelegibilidades com as qualidades técnicas e os padrões éticos da Lei da Ficha Limpa. Por isso, a sociedade brasileira é o pai e a mãe da Lei da Ficha Limpa.

Na tramitação do projeto de lei tivemos o apoio de número considerável de parlamentares, em lista tão extensa que não seria possível, nem justo, apresentar. Cada um cumpriu o papel que lhe competia, tanto que o projeto acabou se convertendo em lei. Agora é hora de voltarmos a nossa atenção para a efetiva aplicação dessa que é, sem dúvida, a mais democrática de todas as leis brasileiras.

O MCCE se constitui em um movimento suprapartidário e informa que não é prática desta entidade indicar candidatos e repudia o uso indevido do nome do Movimento em prol de uma candidatura em detrimento de outra.

Brasília, 18 de outubro de 2010.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Cartilha De Olho Nas Eleições

Baixe aqui as versões em word e pdf.

Da Globo News | Lei da Ficha Limpa representa uma vitória da cidadania



Quarta-feira, 15/09/2010

Lei da Ficha Limpa abriu caminho para o aparecimento de novos sites comprometidos com a transparência na política. Conheça ainda outras campanhas nacionais em defesa da cidadania.